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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

MOVIMENTO NEOPENTECOSTAL - 2



- Tendo falado sobre a questão eclesiológica da igreja neopentecostal, apresentaremos agora alguns pontos teológicos questionáveis que eles sustentam.
2. Pontos discutíveis da TEOLOGIA neopentecostal:
O reverendo Roberto Laranjo, em seu artigo O Neopentecostalismo e suas implicações, publicado pela revista Rhêmata (NOTA 6) , destaca três tópicos teológicos que o neopentecostalismo interpreta de forma questionável. Tomaremos sua sugestão de tópicos para refletirmos sobre a teologia neopentecostal:
2.a) A exclusividade das ESCRITURAS:
Os neopentecostais afirmam que a Bíblia é a Palavra de Deus e, com isto, nós concordamos.
Mas para eles, a palavra dos "profetas", dos visionários, também é a Palavra de Deus.
E, por isto, baseiam suas vidas e suas doutrinas também em visões, "novas revelações" e em experiências místicas. A Bíblia é a revelação perfeita e final de Deus para o homem; visões e profecias, foram acessórios usados neste processo de formação da Sagrada Escritura.
Hoje porém, temos a fé de que a Palavra de Deus é viva, eficaz e suficiente (Hb 4.12) sendo esta a nossa única regra de fé e prática.
E uma vez que o cânon (NOTA 7) do Novo Testamento foi concluído, devemos nos apoiar apenas na Palavra e em nada mais.
Não ignoramos a iluminação do Espírito propiciada para que entendamos mais profundamente a Palavra, mas negamos que sejam necessárias "novas revelações".
Em Jo 16.13 o Senhor Jesus diz que o Espírito nos guiaria em toda a verdade e não que nos revelaria "novas verdades".
2.b) A TRINDADE A maioria deles defende a doutrina da Trindade, como nós também, porém a pessoa mais enfatizada no culto neopentecostal é o Espírito Santo.
Praticamente tudo no culto é atribuído ao Espírito: cura, expulsão de demônios, decisões, etc.
E o papel das outras pessoas da Trindade é ignorado.
Parece que eles consideram o Espírito superior aos demais membros da divindade, ou pelo menos, mais importante.
No entanto, a Bíblia diz que o Filho glorifica o Pai e, o Espírito, glorifica o Filho, que por sua vez, derrama o Espírito que faz o homem orar ao Pai em nome de Jesus (Jo 13. 32; 14.13; 16.14).
A verdade é que, embora a divindade seja composta de três pessoas distintas, elas formam uma unidade essencial perfeita. De forma que é impossível um existir e agir sem a participação de todo o conselho divino .
2.c) A superficialidade da VIDA ESPIRITUAL Devido à ênfase na liturgia envolvente, curas e exorcismos, os neopentecostais são na sua maioria superficiais na fé e no conhecimento das Escrituras.
Este superficialismo os faz presa fácil de perniciosas heresias e de lobos vestidos de cordeiro.
Por isto também que as comunidades neopentecostais são tão suscetíveis ao empirismo (NOTA 8) , misticismo (NOTA 9) , materialismo e muitas outras tendências tão nocivas à fé cristã.
E o resultado desta superficialidade é a imaturidade manifesta numa vida carnal não experimentada no fruto do Espírito Santo.
Não estamos dizendo que todos os neopentecostais são leigos, porque não são. Contudo, a hermenêutica deles é profundamente comprometida com "novas revelações" o que os faz suscetíveis à tendenciosidade.
2.d) Quanto à SALVAÇÃO O pensamento deles sobre salvação não se limita a considerá-la apenas obra do Espírito, mas a ensinam como produto da cooperação humana e tão inflacionável como nossa economia: hoje tenho amanhã posso ter perdido.
Contudo, a Bíblia ensina com muita segurança que a salvação é pela graça e não por méritos previstos ou praticados pelo homem (2ª Tm 1.9), e que a salvação é eterna (Hb 5.9).
O conceito arminiano (NOTA 10) tem larga expressão e até sofre uma radicalização dentro do neopentecostalismo.
E como conseqüência, alguns se revestem de um humanismo tão grande, à semelhança de Erasmo de Roterdam (NOTA 11), que chegam a pregar que Deus depende carentemente da vontade humana para realizar seus desígnios e, que se o homem não quiser, Deus não pode fazer nada senão esperar até o dia que tal pessoa resolver dar uma chance para Ele.
Este, sinceramente, não é o meu Deus, nem o revelado na Bíblia e na história como soberano, criador e mantenedor de todas as coisas.
Esta exaltação do "livre arbítrio humano" é contrário à Soberania de Deus.
Se falamos de liberdade de escolher no homem, não nos esqueçamos da liberdade de escolher de Deus.
E não é injusto Deus fazer o que lhe aprouver, assim como não é injusto você queimar seu carro se o desejar fazer.


DEUS EM CRISTO JESUS VOS ABENÇOE.
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