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BY BG

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

APRENDENDO A FALAR PARA PODER PREGAR.


1) A VOZ: O ser humano pré-histórico exprimia-se por sons e gestos. Com o desenvolvimento da inteligência descobriu que os sons que emitia inconscientemente num esforço, na luta ou na dor, serviriam para exteriorizar seus sentimentos. Dava a voz um poder sobrenatural, pois era um meio de comunicação com os espíritos, a quem atribuíam todas as paixões humanas: cólera, vingança, bondade, que julgavam afastar ou atrair com a prática das magias orais. Utilizamos o aparelho fonador quando cantamos ou falamos (vias respiratórias, boca, “cordas” vocais, laringe, pulmões, coração e diafragma).
A respiração é o principal mecanismo biológico na produção da voz. Os pulmões produzem o ar, indispensável ä produção do som vocal. As suas fases para o fenômeno da respiração são as seguintes:


A) Inspiração - Entrada do ar para os pulmões, através das fossas nasais (o nariz)
B) Expiração - Saída do ar dos pulmõesa. À medida que o ar vai saindo dos pulmões, as pregas vocais (dobras membranosas que se acham na laringe) contraem-se ou afrouxam-se emitindo sons, subordinados esses a um comando cerebral. A boca e as fossas nasais agem como caixas de ressonância.


2) RESPIRAÇÃO: O primeiro cuidado que se deve tomar para que a voz adquira a qualidade desejada é respirar corretamente. Existe, normalmente, a falta de sincronia fono-respiratória, o que prejudica sensivelmente a fabricação da voz mais adequada. Algumas pessoas falam quando ainda estão inspirando ou continuam a falar quando o ar praticamente já terminou. Assim, não há aproveitamento do ar.


2.1) A RESPIRAÇÃO DIAFRAGMÁTICA: O processo de respiração diafragmática ocorre da seguinte forma: a cavidade abdominal e a cavidade toráxica são separadas pelo diafragma – músculo transversal que está situado no corpo em forma de cúpula. Quando inspiramos, o diafragma abaixa-se e a cavidade toráxica aumenta. Com este movimento, os pulmões reagem como dois foles, dilatando-se, o que provoca uma instantânea rarefação do ar, mas até o fim da inspiração, os pulmões estão novamente repletos. Na expiração, o diafragma eleva-se e os pulmões contraem-se, expelindo o ar.


3) ANATOMIA E FISIOLOGIA DO APARELHO FONADOR:


3.1) Sistema fonador:

Boca
Língua
Faringe
Laringe
Traquéia

3.2) Sistemas interdependentes:


- Respiratório (passagem do ar)
- Pulmonar (emissão do ar)
- Buco-maxilo-facial (articulação)
- Sistema nervoso central e periférico


3.3) Diafragma: É um grande músculo transversal que tem a forma de abóbada e que separa a cavidade torácica da cavidade abdominal. É constituído de fibras musculares que se fixam na base da caixa torácica. Os pulmões e o coração apoiam-se sobre a sua face superior; sob a face inferior estão o fígado, estômago, rins e intestinos. No momento da inspiração, o diafragma contrai-se e sua abóbada perde a curvatura, voltando à sua posição inicial na expiração.


4) DICÇÃO: A dicção é a pronúncia dos sons das palavras. A deficiência na dicção é quase sempre provocada por negligência. É costume quase generalizado omitir os R e os S no final das palavras. Um exercício útil para melhorar a dicção é fazer leitura em voz alta.


Para falar melhor:


1 - Ênfase - É a energia da fala, a vitalidade das palavras faladas. A colocação correta da sílaba tônica é o primeiro passo na ênfase, porque a força e a vida das palavras estão na sua tônica. Assim como a palavra tem a sua sílaba tônica, em uma frase existem palavras que exigem maior ênfase ao serem enunciadas.


2 - Entonação - É a música da linguagem. Cada palavra tem a sua entonação certa, sugerida pelo seu significado. A variedade melódica da entonação tem por finalidade facilitar a compreensão.


3 - Pronúncia - É a articulação que dá claridade e nitidez ä palavra. A boa articulação faz ressaltar todas as qualidades da voz. Elementos fundamentais: vogais + consoantes + sílabas.


Obs. 1 - Uma pronúncia defeituosa advém de razões físicas e psicológicas. A voz determina a própria personalidade de quem fala. Se estamos alegres, tristes, apressados, seguros, etc.


A primeira identificação desse comportamento é transmitida pela voz.

Obs. 2 - Para uma boa dicção é preciso aprender a técnica do ato respiratório: inspiração - pausa - expiração.

5) VELOCIDADE: Outra dúvida que surge é quanto a velocidade correta a ser empregada na fala: rápida, muito rápida, lenta, muito lenta. Cada orador e cada assunto terão sua velocidade própria, dependerão da capacidade de respiração, da emoção, da clareza da pronúncia e da mensagem transmitida. Alguém dizendo: passou rápido como a luz, é evidente que a velocidade será maior que a normal.

6) EXPRESSIVIDADE DA FALA

Além desses aspectos, é bom atentar para a expressividade dedicada às palavras dentro da frase. Cada palavra possui uma ou mais sílabas importantes, assim como cada frase possui uma ou mais palavras mais importantes dentro da pronúncia mais ou menos acentuada dessas sílabas ou palavras, a mensagem poderá ser outra, Assim, podemos dizer: sábia, sabia e sabiá.


7) ALTURA E INTENSIDADE: É preciso também exercitar e variar a intensidade da voz.: forte ou faca. A voz precisa encontrar a altura adequada – aguda ou grave – para não irritar os ouvintes. A voz é o veículo fundamental no transporte da mensagem e que, portanto, requer cuidado para não prejudicar a comunicação.


Deus em Cristo Jesus vos abençoe.

Um comentário:

Anônimo disse...

o que eu estava procurando, obrigado