sexta-feira, julho 29, 2011

O AMOR QUE SACRIFICA

AMOR QUE SACRIFICA

O exercício da caridade, ou amor, às vezes exige algum sacrifício de nossa parte. Um menino tinha um lindo canário que cantava, maravilhosamente. Como ele gostava de ouvir aquele trinado mavioso! E como cuidava bem de seu canário, nunca lhe deixando faltar comida nem água! Um dia a mãe daquele menino adoeceu e o canto do passarinho a incomodava muito. Vocês sabem que se uma pessoa tem dor de cabeça forte, ou febre, qualquer ruído a incomoda. Quando a mãe do menino lhe disse como o canário a incomodava com o seu canto, o pequenino ficou muito triste, mas não disse nada. Tomou logo a gaiola com o canário, e levou-os ao seu primo. Disse então à mãe que o canário não mais a incomodaria, pois havia dado de presente ao primo. A mãe, admirada, perguntou se ele então não amava o canário...
– Muito, disse o pequeno, mas a senhora sabe que eu amo a senhora muito mais, e não poderia ficar com uma coisa que lhe desse incômodo.

Fonte: M.I.S.

Deus em Cristo Jesus vos abençoe.

AMOR

AMOR

Conta-se a história de uma órfã que foi adotada por uma adorável senhora que desejava ouvir a disparada de pequeninos pés e o riso de crianças. A menina estava encantada com o seu novo lar e os vestidos novos que sua nova mãe lhe fizera. A senhora a ensinara a chamá-la "mamãe". E puxou-a então a si e beijou-a. A pequena, que jamais havia conhecido o amor de mãe, olhou surpresa com os seus lindos olhos azuis, e perguntou: "Mamãe, que é isso?" "Querida", respondeu a senhora, "isto é amor!" "Oh, mamãe", suspirou a menina, "se isto é amor, eu desejo mais." Quando provamos as "insondáveis riquezas" do amor de Cristo, também desejamos mais dele.

Fonte: M.I.S

Deus em Cristo Jesus vos abençoe.

quarta-feira, julho 27, 2011

SODOMA E GOMORRA.

SODOMA E GOMORRA. 

A maioria dos peritos acredita que as ruínas dessas cidades, se é que existe alguma, estão submersas nas águas opacas e pouco profundas do mar Morto, ao sul da península de Lisam. Todas as tradições locais preservadas pelos naturais do país favorecem essa localização. Josefo declara que o mar Morto se estendia de Jericó a Zoar (Guerras dos judeus, IV. viii.4). Eusébio, historiador cristão do século IV, confirma a declaração de Josefo e acrescenta que havia uma guarnição romana no lugar. Também o mapa de mosaicos encontrado na igreja grega de Medeba, que data do século V ou VI, situa Zoar no ângulo sudeste do mar Morto. Em 1924, uma expedição conjunta do Seminário Teológico Pittsburgh-Xenia e das Escolas Americanas de Investigação Oriental, liderada pelos drs. Albright e Kyle, explorou o território no extremo sul do mar Morto, para determinar a localização de Sodoma, Gomorra e Zoar. A expedição encontrou as ruínas de uma Zoar dos períodos árabe e bizantino. Os membros da expedição, porém, deduziram que o local ocupado pela Zoar mais antiga havia submergido em razão da subida constante do mar Morto. Jebel Usdum (monte Sodoma), elevação de sal cristalino de 8 km de comprimento e 91 m de altura ao longo da costa sudoeste do mar Morto, é denominada assim com base na crença de que Sodoma ficava perto dali. Acerca das ruínas de Sodoma e Gomorra, o dr. George Adam Smith comenta: “Aqui ocorreu a cena do julgamento mais terrível do pecado humano. O resplendor de Sodoma e Gomorra reflete-se ao longo da história das Escrituras. É a pauta popular do juízo do pecado. A história é contada em Gênesis e aplicada em Deuteronômio e em Lamentações, bem como por Amós, Isaías, Jeremias, Ezequiel e Sofonias. Nosso Senhor emprega-a mais de uma vez como ilustração do castigo com que ameaçava as cidade em que a Palavra era pregada em vão, e sentimos que a chama queima nossas faces (Mt 10:15; 11:24; Lc 10:12; 17:29). Paulo, Pedro e Judas fazem menção desse acontecimento. No Apocalipse, a “grande cidade” é chamada espiritualmente Sodoma. Mesmo que o fulgor da catástrofe ainda queime, as ruínas deixadas por ela desapareceram”.

Fonte: D.B.

DEUS EM CRISTO JESUS VOS ABENÇOE.